My Diary Part.15 - Nostalgia.


As vezes sinto falta da chuva para me resfriar o corpo, ou mesmo do sol para aquecer-me os cabelos. Sinto essa necessidade de saber que tem algo vivo ao meu redor, de saber que alguma energia seja ela qual for, possa me provar que respirar não é simplismente um ato mecanizado. Cadê você? Te procuro em vão entre os espelhos dos olhos de todas as pessoas que passam por mim. Seria crueldade da vida ou sadismo divino? Lembro-me de seu sorriso, de sua voz e de seu olhar. No meu coração não há apenas sangue, há também lembranças de que tu se importa, de que se lembra de mim, de meu sorriso, de minha voz e de meu olhar. Também procura-me por entre espelhos? Ou entre beijos? Sabes muito bem que os abraços são únicos, e mesmo que nunca tenhas me tocado, jamais encontrará os meus em outros. Uma ventania de nostalgia invade minha pele e joga-me para o fundo de minha memória onde me encontro contigo nos vales de sonhos, onde nos tocamos e nos amamos. Canto cada palavra tua, cuidadosamente ensaiada, cuidadosamente entoada, somente para ti. E por ti repito: "Eu sempre vou te amar, pode passar o tempo que for.. eu sempre vou te amar.".

1 comentários:

Inominável Ser 10 de dezembro de 2009 06:11  

Um triste verso no Verbo Amar, Medyem, intenso e são por inteiro... Belo texto.

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Uma sonhadora de um mundo de fantasias. Onde todo o irreal que inunda cada linha de pensamento se dissipa no fim de uma avenida, um olhar poético que cria a dor e a felicidade de ter algo além da imaginação. E um trabalho mais que amado criado por mim e somente a mim terminado. Sou Medye Platinun. Muito prazer.

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